segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Eu vi você!


Eu posso dizer o sim, posso explicar o não.
Eu posso fingir estar bem, sorrir morno. Posso dizer isso e ouvir aquilo.
Mas eu passo e olho pros lados, sempre aflita.
Vendo o que esta se perdendo, o que não posso alcançar.
Suspiro de amargura rondando as pausas do estresse, da agonia.
Eu entendo a dor, mas eu não consigo aceitar o que ela me impõe.
Eu só vejo você quando fecho os olhos.
Posso sentir seu cheiro e ouvir sua voz.
Eu vi você andando na rua, vi você olhando minha pele,
e chutei uma pedra e ri, só pensando em você.
Eu escrevi uma carta, olhei os pulsos, quis gritar.
Chorei por tanto tempo que pensei não mais parar.
E mesmo tudo isso, me sinto tão perto de você.
Você esta aqui agora, enquanto eu choro e escrevo.
Enquanto eu fecho os olhos e desejo ver seus olhos.
Enquanto ouço esta música:


Por que você faz assim comigo?
Parece querer me machucar.
Por que você olha assim pra mim?
Não vê qu'eu preciso descansar?

Até há pouco tava tudo bem,
Todos os sonhos cultivados,
Agora pouco eu até reguei
As flores qu'eu tinha plantado.

Talvez eu seja pequena,
Lhe cause tanto problema
Que já não lhe cabe me cuidar,
Talvez eu deva ser forte,
Pedir ao mar
Por mais sorte
E aprender a navegar.

Talvez eu seja pequena,
Lhe cause tanto problema
Que já não lhe cabe me cuidar,
Talvez eu deva ser forte,
Pedir ao mar
Por mais sorte
E aprender a navegar.


Nenhum comentário: